"Sejam bem vindos"

"Hoje possuo sonhos que julgo dificéis de se realizarem, porém tornaram-se hoje, motivos da minha força de lutar pelas realizações e por esta que é, sempre será com certeza a minha incessante busca, a CAPACIDADE DE INOVAR "




Volte Sempre: 7

Recados Animados de Volte Sempre



















sábado, 27 de junho de 2009

"A flexibilidade para a inovação possui particularidade interessante, nasce muitas vezes em um ato de contestação e futuramente, muitas vezes, dita os caminhos da evolução." Beijos da Eterna Amiga Lia
Este artigo achei super interressante e resolvi compartilhar com vocês meus amigos
Lei Maria da Penha: cerca de 2% já resultaram em prisão




Justiça
Lei Maria da Penha: cerca de 2% já resultaram em prisão
O percentual pode parecer pouco se visto a "seco", mas representam 1.808 prisões, diz a titular do Conselho Nacional de Justiça
30 Mar 2009 - 20h43min

Cerca de 2% dos mais de 150 mil processos que tramitam na Justiça decorrentes da aplicação da Lei Maria da Penha resultaram em condenação de prisão. O percentual pode parecer pouco se visto a “seco”, mas representam 1.808 prisões, diz a titular do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Andréa Pachá Rocha. Ela afirmou ainda que é alto o número, por exemplo, do percentual de audiências realizadas, “que também é uma forma de atuação do Judiciário”. A conselheira também destaca que os números apresentados nesta segunda-feira (30) na 3ª Jornada de Trabalho sobre a Lei Maria da Penha ainda não são consistentes, pois não se tem um recorte que indique quantos processos foram suspensos, quantos resultaram em outras formas de pena ou quantos se resolveram em audiências. “Fica parecendo, quando você divulga o número seco, que a lei não está funcionando porque tem pouca punição e não é esse o resultado, a lei está funcionando porque o acesso está garantido e o Judiciário tem atuado na solução dos conflitos”, explicou, seja pela concessão de medidas de proteção ou de procedimentos que podem não ser de prisão, como a prestação de serviços para a comunidade, ou a obrigatoriedade ao agressor de participar de grupos terapêuticos. De acordo com Andréa Pachá, é normal se pensar em prisão sempre que se fala em punição, mas nem sempre ela é a medida mais efetiva. “Temos vários crimes que não são punidos com prisão; o que não era mais possível, e isso nós repelimos, foi um dos fatos que levou à promulgação da Lei Maria da Penha, é que o juiz aplicasse a punição como o pagamento de uma cesta básica”, afirmou. Entre os encaminhamentos da Jornada de Trabalho realizada nesta segunda-feira no CNJ, Andréa Pachá ressalta que é necessário um acompanhamento permanente para a instalação das varas especializadas em violência doméstica e familiar contra a mulher onde ainda não não existe (Amapá, Roraima e Paraíba) e para que os tribunais priorizem os julgamentos. “O Conselho definiu que a efetividade da Lei Maria da Penha deve ser de uma política judiciária nacional, porque diz respeito ao interesse de toda a sociedade”, disse. No encontro também foi oficialmente criado o Fórum Permanente de Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. A juíza Adriana Ramos de Mello, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, foi eleita a presidente do fórum. Ela disse que o objetivo do novo colegiado é permitir aos magistrados que trabalham com esse tipo de causa uma maior discussão a fim de uniformizar o entendimento sobre a aplicação da lei, melhorar as condições dos juízes e articular a rede de apoio às vítimas. “Várias questões jurídicas precisam ser discutidas e o fórum está aí recém criado justamente para fazer esse tipo de entendimento e colocar todos os colegas, como estão aqui, para debater esse tema semestralmente”, afirmou.
Agência Brasil
Matéria publicada no: (site:www.opovo.com.br lei maria da penha)




História da Maria da Penha
Publicado por LEI MARIA DA PENHA em 8 março 2009 às 11:24 em Artigos e Pesquisas
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O nome da lei é uma homenagem a Maria da Penha Maia que foi agredida pelo marido durante seis anos. Em 1983, por duas vezes, ele tentou assassiná-la. Na primeira com arma de fogo deixando-a paraplégica e na segunda por eletrocução e afogamento. O marido de Maria da Penha só foi punido depois de 19 anos de julgamento e ficou apenas dois anos em regime fechado.Maria da Penha Maia é uma brasileira que lutou para que seu agressor viesse a ser condenado. Com 60 anos e três filhas, hoje ela é líder de movimentos de defesa dos direitos das mulheres, vítima emblemática da violência doméstica.Conheça a História:Em 1983, seu ex-marido, professor universitário, tentou matá-la duas vezes. Na primeira vez atirou contra ela, e na segunda tentou eletrocutá-la. Por conta das agressões sofridas, Penha ficou paraplégica. Nove anos depois seu agressor foi condenado a oito anos de prisão. Por meio de recursos jurídicos, ficou preso por dois anos. Solto em 2002, hoje está livre.O episódio chegou à Comissão Interamericana dos Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA) e foi considerado, pela primeira vez na história, um crime de violência doméstica. Hoje, Penha é coordenadora de estudos da Associação de Estudos, Pesquisas e Publicações da Associação de Parentes e Amigos de Vítimas de Violência (APAVV), no Ceará. Estava presente à cerimônia da sanção da lei junto aos demais ministros e representantes de movimentos feministas.A nova Lei reconhece a gravidade dos casos de violência doméstica, e retira dos juizados especiais criminais (que julgam crimes de menor potencial ofensivo) a competência para julgá-los. Em artigo publicado em 2003, a advogada Carmem Campos apontava os vários déficits desta prática jurídica, que, na maioria dos casos, gerava arquivamento massivo dos processos, insatisfação das vítimas, e banalização da violência doméstica.Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Tags: historia, lei, luta, mariadapenha
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quinta-feira, 18 de junho de 2009







"Hoje estava arrumando algumas pastas e apostilas da Faculdade e encontrei esta poesia e resolvi compartilhar com vocês meus amigos, afinal fala de quando uma etapa chega ao fim, se se chega é porque tinha que chegar e se persistimos em não mudar, poderemos perder a oportunidade de encontrar o novo e de sermos realmente felizes, precisamos deixar tudo que é velho para trás e entrarmos em um novo ciclo de vida, de ter novas atitudes e acima de tudo termos confiança em nós mesmos, afinal sempre há tempo de termos a flexibilidade e Capacidade de Inovar.




Beijos a todos da Eterna Amiga "Lia"








"QUANDO UMA ETAPA CHEGA AO FIM"








Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final...Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações? Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu....Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seus amigos, seus filhos, seus irmãos, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado. Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco. O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar. As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora...Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem. Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração... e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais. Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do "momento ideal". Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará!Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é. Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu próprio, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és..E lembra-te :“Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão






terça-feira, 16 de junho de 2009


"Hoje vou compartilhar com voces, uma narrativa descritiva que redige. Tinha um desafio pela frente : transformar um texto "sem palavras" em uma narrativa com palavras.
Tinha liberdade de acrescentar alguns elementos novos para desenvolver o argumento e caprichar na caracterização dos protagonistas e do(s) personagen(s) secundário(s).
O texto em questão era em quadrinhos e o autor Will Einter ( Einter, Will, New York - A Grande Cidade. São Paulo, Martins Fontes, 1990, p.135) e o Titulo: Bairro Nobre.
Então fiz uso da Capacidade de Inovar e escrevi:




Em New Jersey

por Lia 05/09


Em New Jersey, 24 de setembro de 1952, era uma noite tipicamente de outono, chovia um pouco e se podia ver arvores envolvidas pela neblina como se fossem véus que desciam do céu deixando-as belas como se estivessem a bailar em meio a nuvens.
A noite estava fria, porém ela estava radiante, seria o seu primeiro reencontro depois de tanto tempo sem se verem, se conheceram ainda quando crianças e estudavam na mesma escola, suas famílias freqüentavam os mesmo lugares e principalmente eram muito amigos, mas chegou à adolescência e perceberam que em lugar daquela amizade florescia o amor em seus corações.
Infelizmente a família de Johnny precisou se mudar para outro País, pois o pai de Johnny havia recebido o convite de trabalhar e uma empresa que iria abrir uma filial no Brasil, neste momento mundo de Johnny e Rosy caiu.
No começo as cartas eram diárias, mas com o passar dos anos as cartas já não eram tão constantes e muitas delas pareciam frias e distantes, e Rosy teve que se conformar em guardar este amor dentro de seu peito, esquecer seria a única solução.
Os anos passavam e Rosy tinha noticias de Johnny por intermédio de jornais e revistas, pois ele havia se tornado um grande e famoso advogado, e pedia a Deus todos os dias em suas preces que ele nunca esquecesse dela e algum dia ele viesse buscá-la, como os príncipes das histórias encantadas.
Até que um dia, Rosy estava em meio a devaneios e sua mãe subiu correndo as escadas e entrou em seu quarto ofegante e nem conseguia falar, Rosy ficou preocupada e pensou que havia acontecido alguma catástrofe, ou coisa parecida, pediu para que ela se acamalmasse e contasse o porquê de tanta aflição, ela não conseguia dizer coisa com coisa.
A única coisa que entendeu foi:
- Johnny, telefone... Johnny...
Seu coração disparou, desceu as escadas como uma louca e quando atendeu, quase não acreditou, a voz do outro lado era tão conhecida e amada que quase desmaiou de tanta emoção, enfim ele havia me ligado, quanto tempo que esperava por isso, conversou por horas, Johnny contou de sua vida, de seus sucessos e principalmente do seu amor por ela, disse também que tinha que representar o escritório em um Congresso em New Jersey, que gostaria muito de revê-la, nessa hora quase Rosy chorou de tanta emoção e prontamente respondeu que sim, combinaram a data e quando desligou se sentia a mulher mais feliz do mundo.
Finalmente chegou 24 de setembro de 1952, sua mãe a surpreendeu, entrando em seu quarto com uma linda caixa e quando Rosy desfez o laço de cetim rosa que envolvia a caixa se deparou com um lindo vestido azul, nunca havia visto algo tão lindo, a não ser em historias de princesas, deu um pulo da cama e o vestiu, seu azul era tão lindo que a fez lembrar do céu azul de verão, verão que muitas vezes ficou deitada com Johnny sobre a relva a admirar a formação das nuvens e a planejar o futuro.
No horário combinado, o chofer veio buscá-la, e ela foi rumo ao encontro do seu grande amor. O lugar que Johnny havia escolhido era de muito bom gosto, logo que desceu do carro, Rosy observou um senhor de terno preto impecável, seus cabelos eram grisalhos e bem penteados que vinha ao seu encontro, trazendo um lindo buquê de flores e lhe disse:
- Senhorita me acompanhe o Mister Johnny a espera no salão.
Não entendeu muito bem, mas acompanhou o Senhor, só ouvia o som dos passos dela e do Senhor que ecoavam no corredor de mármore, pararam em frente a uma grande porta e Rosy já não podia se conter de tanta ansiedade , quando a porta se abriu pode ver vários casais dançando, outros conversando, pessoas rindo, o som da música era agradável, mas não conseguia ver Johnny, quando ouviu atrás dela uma voz familiar a chamá-la, quando se virou, ficou absolutamente imóvel, as pernas tremiam, seu coração batia forte, a cabeça rodava, os anos haviam sido generosos com Johnny, seus olhos pareciam ainda mais verdes e brilhavam como duas esmeraldas, sua camisa branca destacavam ainda mais a pele bronzeada e seu corpo musculoso. Johnny for sua vez ficou embriago ao ver tanta beleza, Rosy havia se tornado uma bela mulher, seu cabelos negros como a noite contrastava com azul claro de seu vestido e deixava transparecer seu corpo esguiu, porém cheios de curvas, sua pele branca realçava ainda mais o belo decote que estava quase escondido por lindo colar de água marina.
Por um minuto ficaram a se olhar como se contemplassem a jóia mais valiosa do mundo, Johnny a envolveu em seus braços e a beijou como antes, ficaram por muito tempo assim, finalmente depois de tanta emoção, foram se sentar em uma mesa que Jonny havia reservado, pois todos já estavam olhando e comentando.
A Noite foi maravilhosa, trocavam juras de amor, em certa altura os músicos pararam de tocar e Rosy olhou no relógio já se passavam das 22h30min, Johnny se levantou, pegou em suas mãos, olhou em seus olhos e fez o pedido que a muito ela esperava:
- Rosy, quer casar comigo?
Neste momento todos aplaudiram e a olhavam a espera de alguma resposta. Rosy não conseguiu dizer uma só palavra, puxou suas mãos e saiu correndo. Correu como nunca havia corrido antes, Johnny corria atrás dela sem entender nada, a chuva fina caia e molhava seus cabelos. Johnny chamou o chofer e entraram na limusine, durante o trajeto Johnny não disse uma única palavra.
Rosy olhou nos belos olhos verdes de Johnny e percebeu que o brilho havia se apagado e em seu lugar havia sombras de um olhar perdido a olhar o horizonte, ao chegarem à casa de Rosy eles desceram da limonise, Johnny a abraçou e disse:
- Rosy, embora eu não tivesse mais lhe escrito, durante todos esses anos não houve um dia se quer que eu não tenha pensado em você e suplicava a Deus que você estivesse a me esperar, embora eu não tivesse o direito de pedir para que você desistisse de sua vida e ficasse a me esperar, sei que errei em planejar sozinho, planejava em conquistar status e dinheiro e quando conseguisse atingir meu propósito, viria te buscar e teríamos nossa família. E foi o que eu fiz, mas parece que cheguei tarde demais, hoje compreendi que todo o dinheiro que conquistei e o status que tenho não são importantes, pois te perdi no momento que deixei este País e me esqueci das coisas simples que fazia-mos e como era bom estar ao seu lado e olhar as nuvens em um dia ensolarado ou deixar minha cabeça descansar em seus ombros a contemplar a lua e as estrelas.
Neste momento houve um grande silêncio e quando Rosy tentou dizer alguma coisa, Johnny a impediu neste instante, os olhos de Rosy se encheram de lagrimas, mas Johnny não a olhava mais nos olhos, deu-lhe um beijo e pediu para que ela entrasse.
Rosy ficou sem ação neste momento, como estivesse atordoada ainda pelas palavras de Johnny e ao entrar ficou estática a olhá-lo pela porta, viu quando dispensou o chofer, acendeu um cigarro e foi caminhando de cabeça baixa e sumiu descendo à escada do metro.
Rosy sentiu seu coração a envolvê-la em num turbilhão de emoções, se viu desesperada, disse a si mesma: não seja covarde, não tenha medo de ir para outro País e descobrir o novo, não deixe mais uma vez o amor de sua vida ir embora.
Abriu a porta, saiu correndo, rumo ao metro e sem ter a certeza que iria encontrá-lo.
Ao descer as escadas se deparou com o vai e vem das pessoas um indo outros voltando, todas apressadas, pois já era muito tarde e todos queriam chegar aos seus destinos, achava impossível poder encontrá-lo ao meio de tantas pessoas, mas não desistiu e quando o avistou de longe, gritou:
- Johnny.
Ele olhou e não podia acreditar no que estava vendo, parecia miragem, precisou que ela o chamasse mais uma vez para ele ter realmente a certeza que não era uma visão, ele correu ao seu encontro, e ela gritou para que todos pudessem ouvir:
- Johnny eu te amo, e sim, mil vezes sim, quero me casar com você, ele a pegou em seus braços e se beijaram, e neste instante tiveram a certeza que nem a distancia nem os anos conseguem apagar um amor verdadeiro.


Um beijo a todos

Da Eterna Amiga "Lia"

segunda-feira, 15 de junho de 2009


video


" Que possamos ser grandes carpinteiros de nossas vidas, que tudo que façamos seja com amor e comprometimento e a busca de nossos sonhos seja diária e quando chegarmos ao final desta vida possamos concluir que não passamos por ela em vão e realizamos se não todos porém uma boa parte de todos os nossos sonhos "


Um beijo da Eterna Amiga "Lia"

sexta-feira, 12 de junho de 2009

"Primeira Postagem"




Hoje é a minha primeira postagem.


Este cantinho é muito especial para mim, pois nele poderei expressar meus sentimentos e interagir com muitas outras pessoas.


A principio deixarei uma poesia para reflexão, mas virão muitas outras postagem.


Agradeço pelo acesso. Fiquem com Deus e um beijo carinhoso a todos.


da Eterna Amiga. Lia




Retrato


Eu não tinha este rosto de hoje,


assim calmo, assim triste, assim magro,


Nem estes olhos tão vazios,


Nem o lábio amargo.




Eu não tinha estas mãos sem força,


tão paradas e frias e mortas:


Eu não tinha este coração


Que nem se mostra.




Eu não dei por esta mudança,


Tão simples, tão certa, tão fácil:


- Em que espelho ficou perdido a minha face?


(Cecília Meireles)




Comentário: A autora reflete sobre a velhice, comprando seu rosto do presente com o do passado, ela deixa bem claro que sequer notou a mudança que vinha ocorrendo em seu rosto.


Eu não quero que isto aconteça comigo, por isso o titulo do Blog: CAPACIDADE DE INOVAR.


Todos nós envelheceremos, isto é fato, mas meu intuito não é este, falar da velhice do corpo ou seja de rugas ou cabelos brancos, mas sim falar da velhice como metáfora, velhice da alma, das faltas de perspectivas de vida. Ser jovem não é só ter 18 anos, ser jovem para mim, é estar disposto a aprender o novo, encarar desafios e ter ideais de vida, viver o hoje e apostar no amanhã.


Aos 37 anos me descobri, como mulher, como pessoa, esta descoberta pessoal de fraquezas e qualidades , aumentou a consciência que era preciso mudar e me libertar dos grilhões que me prendia, depois que ingressei em um curso de Graduação, tenho uma visão totalmente diferente dá que eu tinha a alguns anos atrás, percebi que o mundo é bem mais amplo do que eu imagina, aprendi a aprender, a agir e realizar ações em direção a um objetivo, metas e desejos.


Hoje posso dizer que vou transformar e organizar : pensamentos/ideias que estavam soltas em metas e o desafio e concretizar velhos sonhos.


Tem um proverbio chinês que diz: o que escuto eu esqueço, o que vejo posso lembrar, o que faço não esqueço". Portanto está na hora de Inovar.